segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Solta o calcanhar dele, Calvin
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Calvin volta ao Parque da Cidade. Confusão!
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Eu posso, você pode...
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Um novo amigo: Calvin
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Elza Soares - Um encontro para ser lembrado
Foi um dia especial e que mereceu uma citação neste humilde espaço. Garrincha, com suas pernas tortas, driblou seus adversários dentro de campo pelo mundo afora. Agora, precisa de nossa força para que a homenagem a ele seja mantida. Eu continuarei na luta para que o nome de Mané Garrincha não seja esquecido. “Tem que continuar Estádio Mané Garrincha... Tem que continuar Estádio Mané Garrincha”, cantou Elza Soares no último show em Brasília.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Olha eu aqui mais uma vez
Descartando o fim do mundo, para este ano os projetos são promissores. Até porque anos pares são sempre bons em minha vida. Sempre foram. Se em anos ímpares as dificuldades são grandes, nos pares tudo se resolve com mais naturalidade e a felicidade é constante. Enfim devo ir pra chácara do meu pai de bike. Além disso, quero ter mais tempo para montar outro quebra-cabeça. Até porque o último demorou mais de ano.
A família virá sempre em primeiro plano. Apesar da dedicação ao trabalho, creio que só estarei bem se estiver nos pilares da minha família. Dali tiro forças para tudo. Quero ser mais caridoso. A caridade é uma porta aberta para a felicidade plena. Doar tempo ao próximo e ajudar sempre, sem olhar a quem. É muito bonito falar isso. Todos falam, poucos fazem. E eu quero fazer ainda mais.
Recentemente, vi um documentário do astrofísico e cosmólogo Stephen Hawking. Esse inglês é bomba atômica para o mundo religioso. Mas tem algumas teorias que me fizeram pensar. Pensar não na existência ou não de Deus, mas sim no momento. Sim, não estamos apenas fazendo graça neste momento da história do universo. Estamos aqui e é aqui que devemos fazer. O que vem depois? Não sei. Mas eu quero fazer agora e não me preocupar com o depois.
Muita gente se apega ao que não conhece para explicar o que ainda não se tem uma explicação racional. Deus conforta aqueles que não querem admitir uma realidade. Sempre fui religioso e continuo sendo, mas não acredito em imposições, seja de padre, pastor, rabi ou qualquer outro “representante” de Deus na Terra. Para mim, é uma questão de escolha.
Tirando a religiosidade, o que resta somos nós. Você, eu e o próximo. E espero muito que possamos, com nossas atitudes, fazer um mundo melhor. Até porque é o único que temos e sem chances de encontrarmos outro.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Planejando sempre. Executando o possível
2011. O ano se aproxima do fim. Em janeiro prometi a mim mesmo que faria outra viagem legal pelas lindas terras da América Latina. O tempo passou e me consumiu em outros projetos. Agora sei que 2011 não será um ano de viagens, mas de preparação para uma nova vida. Sim, uma vida a dois. Abandonei a odisseia latino-americana para dedicar-me à minha vida. O plano agora é constituir família.Claro, isso não impede que eu faça a tal viagem. Mas agora será a dois, ou a quatro, ou a seis. Tudo depende da disposição de companheiros de viagens. Na última éramos quatro. Na próxima, se Deus permitir, seremos no mínimo cinco. Ah, os planos que fazemos. À minha cabeça vem aquele mapa amarelado – com um pingo de café derramado na noite enquanto você planejava – os sonhos do vento gelado no rosto, ou da brisa do mar no corpo.
O maior erro é pensarmos que executar os planos que fazemos depende apenas de nós. A vida nunca depende apenas de uma personagem. Não se trata de um monólogo ou de um mundo próprio. Tudo está relacionado. Assim como tudo no universo se direciona para o início e o fim ao mesmo tempo. Lamentar não muda a realidade. Fazer novos planos é necessário. Até porque, quem não sonha não vive. E quem não planeja não executa. Assim vou levando a vida. Planejando sempre. Executando alguns e mudando outros. O importante é não parar de sonhar e planejar.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Sempre perfumes de mulheres

quarta-feira, 15 de junho de 2011
Para que a vida tenha graça
Mas nesta tormenta em que se transformaram nossas vidas, precisamos tomar cuidado para apenas não nos frustrarmos. Os encontros com a família e com os amigos são refrigérios para a mente, a alma e o coração. Valorize-os. Não perca tempo se chateando com um comentário ou algo que não saiu da forma como você gostaria. Ninguém é perfeito. Nem você é perfeito.
E aí mora a graça. As imperfeições, sim, transformam cada pessoa em um ser único. Se todos fossem perfeitos, tudo seria igual. Sem novidades. Sem polêmica. Sem os “dois lados”. Deguste a palavra do outro e a maneira como vive. Tudo conta no grande aprendizado da vida.
Digo isso porque estou aprendendo a superar meus preconceitos a cada dia. E como temos de nos matar para superar algo enraizado, cultivado e forjado durante anos de uma vida curta. E sim, a vida é curta. O que são 100 anos em relação à eternidade? Nada.
Viver é mais fácil e simples do que planejamos, esperamos ou executamos. É contemplar o que se esquece por conta da correria. É aproveitar o breve momento de um sorriso. É apertar com força seu filho, afilhado, sobrinho ou qualquer criança que te procura. É dizer “bom-dia”, “obrigado” e desejar sucesso sempre ao próximo. O que oferta aos teus terá em dobro ainda em vida.
Bem, meus caros leitores, fica a dica. Não sou exemplo e nem pretendo sê-lo para ninguém. Mas talvez se exercitar um pouco disso seu dia termine melhor que começou. E sua vida se transforme no decorrer dos anos. Assim espero, assim desejo que ocorra comigo e contigo.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Conhece-te a ti mesmo
Não é fácil conhecer uma pessoa. Você pode conviver com ela durante anos e mesmo assim se surpreender com alguma atitude, alguma postura ou decisão tomada. Não coloco a culpa na outra pessoa. Chamo para mim a responsabilidade de tentar conhecer ao máximo as pessoas que me cercam todos os dias. Tarefa difícil e quase impossível.Na Grécia Antiga, Sócrates escreveu: “Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o resto do universo”. Claro, conhecer-te a ti mesmo. Eis a questão. Não sabemos ao certo quem somos e como somos capazes de reagir a situações extremas. Me ocorre que ultimamente tenho tirado mais de 70% do meu dia ao trabalho. O convívio com os colegas desgasta e acabamos por dizer algo que possa entristecer alguém. Isso me incomoda.
Quando pego meu carro de volta para casa e entro, todos os dias, na larga Avenida do Eixo Monumental de Brasília faço uma breve avaliação das minhas atitudes durante as horas que antecederam o anoitecer. Confesso que quase todo dia percebo que muita coisa poderia ser diferente. Aquela palavra que não deveria ser dita. Aquela informação que deveria ser melhor trabalhada. Aquele bom-dia que poderia ter sido desejado com um sorriso maior no rosto. Aquela caneta que poderia ter recolhido para alguém. Aquele café que poderia ter oferecido... Tudo me vem na memória.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Pós-modernidade: o bem vence o tempo
Estranho despertar para um ser que ultimamente só se preocupa com espinhas, futebol, iPod e uma possível paixão em sua escola. Mesmo assim, enquanto saturava seu leite de Todd, resolveu se aventurar em desvendar o que tal frase significava naquele momento. O avô, que acordou um pouco mais tarde, por volta das 7h20, foi pego de surpresa ao ser questionado sobre o que havia mudado tanto que atrapalhava as pessoas a fazer o bem. Meio acordado, meio dormindo, disse: “o dinheiro, a violência e o egoísmo”.
Em meados de 1960, um outro adolescente se deparava com questionamento parecido, mas nem tanto enigmático. “O que faz o homem voar e chegar à Lua? Eis a grande questão a ser resolvida pelo então jovem que hoje é avô. Passados 50 anos, cinco décadas ou duas gerações, se fala em pós-modernidade de uma forma estranha. O que é moderno já é ultrapassado? O pós-moderno é o futuro? Não sei.
A evolução da tecnologia com o uso massivo do computador, do celular, de veículos que estacionam sem condutor e outras tantas coisas estão no cotidiano do adolescente, que agora já saboreia seu pão feito na chapa. Com a boca cheia, fixando o olhar para o chão, deixa escapar: “Vocês não entendem nosso mundo. É diferente”.
Os avós ficam pasmos, mas concordam. Ora, quando tinham 14 anos não contavam com tanta tecnologia, que hoje é um mundo distante. Ligar um computador, mandar e-mail, twittar... Nossa, quanta coisa estranha. Mas o avô não perde tempo e começa a falar com neto.
- Sim, meu filho. Os anos passaram e nem sempre nós, que parecemos dinossauros em meio à extinção, acompanhamos sua evolução. Mesmo assim, tem algo que nem o tempo, nem o avanço tecnológico, nem nada pode mudar: o caráter de uma pessoa. Seja na pré-história, na época de Cristo, no mundo medieval, na Revolução Francesa, nas duas Guerras Mundiais, na modernidade ou nessa tal pós-modernidade, nada pode mudar a honestidade, a generosidade e a solidariedade de uma pessoa do bem. Fazer o que é bom sem olhar a quem. Isso ultrapassou os tempos e nunca será perdido, pois no coração do homem existe um “cômodo” cheio de carinho, amor e fraternidade. Nunca te esqueças disso e ajude a fazer com que essa mensagem não seja desvirtuada pela pós-modernidade.
O neto achou que o avô estava “viajando” naquele momento, mas sentiu algo em seu coração. O fruto de tal conversa só foi conhecido quase uma vida depois. No leito de morte, o neto, que agora se tornara avô de sete crianças, chama a esposa e pergunta em seu último sussurro de vida: “eu venci a pós-modernidade?” A esposa, que minutos depois se tornaria viúva, respondeu:
- Meu amor, em minha vida sempre vi pessoas querendo tirar proveito das outras. O jeitinho brasileiro foi algo presente nas rodas de amigos e também sociais. Ao te conhecer, notei que poderia haver algo diferente daquilo que eu havia vivido até ali. Exemplo de solidariedade, compromisso, dedicação e amor, você não só venceu a pós-modernidade, mas também o que vem depois dela e o que virá daqui há séculos. As palavras voam, mas os exemplos arrastam. E você arrastou uma família e duas gerações para darem continuidade à essa mensagem. Eu te amo!
Ao ouvir isso, o adolescente que comera aquele pão na chapa entregou-se ao destino da vida, certo de que os ensinamentos que aprendera com seu avô foram passados para outras gerações.
Da obra vermelha para o vermelho da vergonha
Definitivamente, tem coisas que só acontecem comigo... e com o Botafogo. Nessas andanças pelo Brasil, deparei-me novamente com a bela Belo H...
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Definitivamente, tem coisas que só acontecem comigo... e com o Botafogo. Nessas andanças pelo Brasil, deparei-me novamente com a bela Belo H...
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Demorei alguns dias para começar esse relato. Pouco dias, na verdade, se comparado aos milhares de dias que demoramos para nos rever. Ten...


