sexta-feira, 15 de maio de 2009

Cachaça e yoga dá no mesmo

Na Índia: 20 anos de muito exercício mental, jejum, abstinência, mantras e meditação para total domínio do corpo, como mostra o grande avatar Brahtiwa Thowbindo Pbruhwnanda.

No Brasil: 1 hora num boteco bebendo pinga, relaxamento ao ar livre e alimentação reduzida (só tira-gosto) conforme demonstração do grande baiano Mané Coquinho.

Ambos os sistemas de elevação superior acabam produzindo os mesmos resultados.

Contra “fotos” não há argumentos.

Brahtiwa Thowbindo Pbruhwnanda

Mané Coquinho

quarta-feira, 13 de maio de 2009

12 conselhos para ter um infarto feliz

Dr. Ernesto Artur - Cardiologista

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.
2. Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.
3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.
4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.
5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias e conselhos. Aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.
6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.
7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.
8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro.
9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.
10. Se sentir que está perdendo o ritmo e o fôlego tome logo estimulantes e energéticos. Eles vão te deixar tinindo.
11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.
12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração e meditação diante de Deus. Isto é para crédulos e tolos. Repita para si: Eu sou a minha própria religião.

TENHA UM INFARTE FELIZ!

A escolha só depende de você!

terça-feira, 12 de maio de 2009

Vizinhos novos, amizades antigas

Dia 6 de novembro de 2008. O tempo passa muito rápido mesmo. No último post comentei apenas futebol. O Botafogo havia sido eliminado da Copa Sul-americana. Desta vez, abro espaço para mencionar a reaproximação de amizades antigas, feitas ainda durante aquelas sentadas nas cadeiras da Universidade Católica de Brasília (UCB). Flávio, João Paulo e Renato voltaram a morar na 209 Norte. Um feito que relembra os bons encontros regrados a vinhos, uísques e boa cerveja ainda no tempo da faculdade.

O meu telefone tocou perto das 18h da terça-feira (12/05). “Papito” apareceu escrito na telinha. Como de costume, atendi: “Fala Papitooooooo”. Do outro lado, para minha surpresa, apenas um: “não é o Papito não. É o JP”. Maravilha. Não falava com o João Paulo há pelo menos 4 anos. Ele contou-me que os três amigos resolveram morar juntos no mesmo apartamento que ele, JP, morou durante nossos estudos na UCB.

Estava com meu irmão, o Rogério, e pedi para que ele me desovasse na 209 Norte. Subi as mesmas escadas que há mais de 6 anos não subia. Encontrei Flávio (Papito) e JP, que haviam acabado de resolver as cores das paredes. Ou seja, reformas e reinauguração até o fim do mês. Teremos surpresas até lá? Não sei. Deram-me apenas uma missão: convidar quem eu desejasse.

O melhor não foi saber que terei por perto, mais uma vez, amigos que caminharam comigo por cinco anos na UCB. É claro que sempre buscamos contato e procuramos encontrar pessoas que foram importantes em algum momento de nossas vidas. Para quem não sabe, JP, Papito e eu dividimos carona para a faculdade desde o terceiro dia de aula. A gente nem se conhecia, mas precisávamos fazer amigos. E que amigos.

Bem, a retomada da escrita nesse blog, que pretende ser diária agora, passa necessariamente por essa reaproximação. Agradeço aos amigos pela lembrança e pelo convite antecipado para um encontro que promete ser de saudades e novidades. E para quem não acredita que amizades de bancos acadêmicos perdurem para sempre, aí está uma boa situação. Anos sem encontrar o JP e o papo fluiu como sempre. E isso é que importa.

No mais, quero sempre minha taça cheia de vinho e belas amizades para compartilhar de momentos inesquecíveis ao meu lado. Obrigado meus amigos pela bela surpresa. E se precisar de um açúcar, é só descer até a 409. Abraço a todos!

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Ah Fogão, eu gosto de você! Mas ganha uma porra!

Agüenta coração!!! Não sei porque ainda me desespero assistindo aos jogos do Botafogo. Me preparo, assim como todo torcedor de outros times, e aguardo com ansiedade o horário da partida. Como bom botafoguense, a superstição me leva a colocar sempre a mesma camisa que os jogadores estão usando – listrada, branca ou preta. Ontem, contra os hermanos do Estudientes, foi a vez do uniforme 1, de camisa listrada.

Nada de anormal aconteceu, a não ser a lamentável cena onde o zagueiro André Luiz tomou o cartão amarelo das mãos do árbitro em um momento de destempero e acabou expulso. Eu pensava que isso só ocorresse em peladas. Uma vez, jogando pelo extinto Canarinho, nosso lateral direito partiu para cima do “professor”. Luiz, servidor do Superior Tribunal Militar, também perdeu a linha, mas ao contrário do quase xará André Luiz, ele tomou foi o apito do árbitro. Disse alguns palavrões e começou a apitar forte gritando: “É assim que apita. Você não tem força para apitar?” É claro que também foi expulso.

Com um jogador a menos, o meu Fogão não conseguiu os cinco gols necessários para a classificação e acabou empatando por 2 a 2. Agora, o time da Estrela Solitária está fora da Sul-americana, competição que vai participar novamente em 2009. Com essa eliminação, a temporada para o Botafogo acabou mais uma vez sem títulos. E eu ainda perco noites vendo esse Fogão jogar. Eita paixão!

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Provocado, respondo e publico

Fui provocado por amigos durante a semana. Disseram que, além de desatualizado, meu blog simplesmente não comentou as eleições municipais e estava perdendo a chance de tecer um comentário sobre a vitória de Barack Obama à Presidência dos Estados Unidos. Pois bem, digo que cutucaram a onça com vara curta.

Acompanhei por meio da imprensa as disputas em território do império norte-americano. Confesso que me impressionei com duas coisas. A primeira, um negro conseguiu vencer uma prévia no partido Democrata. É claro que isso jamais ocorreria no partido Republicano, mas foi um começo. Depois de ganhar da senadora Hillary Clinton, a vitória de Obama sobre o republicano John McCain era questão de tempo. E assim foi.

O cientista político americano Terrie Groth, ministrando aula na Universidade de Brasília (UnB), defendeu com veemência a eleição de Obama. Citou a crise econômica mundial, provocada pela bolha imobiliária nos EUA, como o fim do período republicano no poder. Além disso, o desgaste republicano com a guerra no Iraque – considerado um dos maiores erros do presidente Bush nos seus oito anos de mandato – foi outro fator levado em conta.

O segundo item que chamou atenção foi a participação no pleito. Acreditem: 64% dos americanos votaram. Seria ridículo a gente achar isso muito no Brasil, onde o voto é um dever e não um direito. Mas nos EUA, onde o voto é facultativo, essa parcela da população indica que o país clamava por mudanças. Apenas em 1908 o índice de participação foi tão elevado. Para se ter uma idéia, na última eleição o presidente Bush foi eleito em uma disputa onde apenas 38% da população votante compareceram às urnas.

Mas o que fez esse índice saltar tanto em apenas quatro anos? A participação de negros e jovens. Levados pela onda da Obamania, eles passaram até 8 horas em filas aguardando para votar. O resultado foi um massacre.

A chegada de um negro à Presidência dos EUA é uma conquista não apenas para os americanos, mas para todos os negros que sofrem discriminação em todos os cantos do mundo, principalmente aqui no Brasil. A etnia, de um modo geral, renova suas forças na luta contra o racismo.

Minha confiança era tanta na vitória do democrata que apostei, ao lado de mais quatro companheiros, uma caixa de cerveja no sucesso de Obama. Bem, não precisava ser nenhum gênio para perceber as conjecturas que se formavam e acertar o palpite. Sorte a minha.

Espero que a eleição de Obama me renda outras conquistas. De uma forma macro, espero que ele olhe para a América Latina com mais atenção. Que estreite ainda mais a relação com o Brasil e que, um dia, perceba que o protecionismo americano sobre produtos agrícolas brasileiros é uma bobagem.

Enquanto isso não se concretiza, vamos pensar em 2010, quando, ao que parece, o presidente Lula finalmente sairá do poder. A prévia ocorreu no mês passado e o retrato das eleições municipais coloca o PMDB em situação privilegiada.

O próprio senador Aloízio Mercadante (PT-SP) está preocupado. Disse que vai cobrar a fatura do PMDB pelo apoio petista já nas eleições para a Presidência do Senado. Tião Viana é o nome da companheirada. O PMDB procura emplacar o ex-presidente José Sarney. Alguém quer apostar comigo uma caixa de cerveja de que o PMDB vai fazer seu jogo e o PT, como diria o velho lobo Zagallo, vai ter que engolir?

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Volta Túlio Maravilha!

A fase do meu Glorioso Botafogo não é das melhores. Historicamente, seja na vida real ou em contos de fadas, quando a coisa fica difícil é hora de entrar em ação um herói. Sim, um herói. Daqueles que fazem o coração saltar na hora H. Como a crise no Fogão é feia, daquelas de fazer o torcedor ficar preocupado com a Série B, andei lendo diversos blogs de botafoguenses espalhados pelo Brasil.

Devo confessar que concordo com o Zé Fogareiro (blogueiro oficial da torcida do Fogão). É hora de colocar um atacante de verdade no time do Botafogo. Esse seria um grande começo, já que mudanças são necessárias do goleiro ao ponta esquerda. Mas voltando ao fato de que todos clamam por um herói, a diretoria deveria resgatar um da década de 1990. Túlio Maravilha!

O homem dos 843 gols está aí, com 39 anos, matando os adversários. Estive no Serra Dourada em junho e conferi a performance do atacante. Mortal! Sim, o Túlio Maravilha marcou os três na vitória por 3 x 2 contra o América/RN. A torcida do Vila Nova delira com os gols que hoje poderiam estar sendo feitos com o manto sagrado do Fogão.

O cronista Armando Nogueira resumiu em uma única expressão o que é Túlio Maravilha. Dizia ele: “Quando ele está em campo, não existe gol anônimo”. E a torcida botafoguense está com saudade do Túlio, saudade dos seus gols decisivos, de seu faro para mudar o placar, das suas declarações imperdíveis... enfim, a torcida do Botafogo está com saudade de um ídolo de verdade.

Dizia Nelson Rodrigues: “só o jogador medíocre faz futebol de primeira”. E como não chamar os craques de todos os tempos de medíocres. Seja por sua forma de jogar, seja por sua forma de falar, seja por sua forma de “matar” a partida. Gol bonito é aquele que balança a rede. E Túlio sabe como ninguém fazer a pelota se acomodar no fundo da rede do gol adversário.

O botafoguense sabe que Túlio já não é mais tão jovem e que também não está 100% em sua condição física. Mas, o botafoguense sabe que o “artilheiro falastrão” reconhece o significado da Estrela Solitária e que se programa para fazer o milésimo gol com a camisa do alvinegro mais querido do Brasil.

Hoje, nossos jogadores não têm noção da história que carregam em seus ombros quando vestem aquela camisa. Garrinha, Gérson, Jairzinho, Maurício, Túlio... Todos eles deram valor ao Fogão e fizeram a torcida sorrir, vibrar, delirar, gritar, chorar de alegria (e não de tristeza por perdas consecutivas de títulos). Por essas e outras eu me junto ao movimento VOLTA TÚLIO MARAVILHA!

E para terminar, vale lembrar o velho e bom refrão cantado incansavelmente pela torcida botafoguense:

“Túlio Maravilha nós gostamos de você. Túlio Maravilha faz mais um pra gente ver”.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Uma turma nada imparcial

Para quem assistiu à final da Copa do Brasil reparando a locução e os comentários da dupla Kleber Machado e Falcão restou uma certeza: são corintianos. Jamais na história desse país, plagiando o nobre presidente Lula, uma transmissão foi tão tendenciosa e imparcial. De certo, a TV Globo não queria perder os telespectadores corintianos e jogou pesado contra a TV Bandeirantes, que sempre foi bairrista e torcedora aberta dos times paulistas.

Ao chegar da minha pós-graduação, percebi que o Sport já vencia por 2 a 0. O locutor Kleber Machado narrava de forma broxante os ataques do Sport e se empolgava nas investidas dos alvinegros. O Falcão, por sua vez, sempre dava as dicas para o Corinthians chegar ao tão sonhado gol do título. Não comentava que para o Sport ser campeão bastava segurar o resultado e se fizesse mais um sacramentaria o título.

Um lance, aos 43 minutos do segundo tempo, deixou a dupla louca. O atacante Acosta entrou na área e foi derrubado pelo goleiro do Sport. Na hora, uma euforia contida na cabine da Globo. Para surpresa dos dois, o árbitro nada marcou. Segue o jogo e em mais poucos minutos o Sport sagrava-se campeão. Aí que tudo ficou claro.

Já vi o Kleber narrar títulos de outros clubes e a empolgação era nítida. Ontem, pelo contrário, era uma narração formal, de protocolo, como se a torcida nordestina não merecesse tais elogios. Se fosse o Corinthians campeão eles estaria, com certeza, com link em São Paulo, conversando com o presidente do time, com o mascote, com São Jorge e tudo mais. Mas como era o Sport, apenas cumpriram o protocolo.

Para a maior emissora do Brasil e, se não me engano, a quinta do mundo, a Globo mostrou com desprezo o título inédito desse clube tão especial que é o Sport Recife. Diga-se de passagem, a mesma Rede Globo empurra há anos para o brasileiro que o Flamengo é pentacampeão brasileiro. Mentira. Em 1987, o campeão foi o mesmo Sport Recife, que disputou a Libertadores da América em 1989.

A preocupação com a imprensa bairrista é essa. E se a coisa continuar assim, logo a Globo vai empurrar a todos que o campeão da Copa do Brasil de 2008 foi o Corinthians e não o Sport. No mais, parabéns ao Sport e boa segundona ao Corinthians, que sonhou, nadou, nadou, nadou e morreu na praia.

E meu Botafogo? Bem, esse ainda teremos de ver no decorrer da Série A.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Números. Como odiá-los?

Os dias passam ligeiros. No momento em que escrevo tal crônica contabilizo 10.370 dias de vida. Ou 248.880 horas, ou ainda 14.932.800 minutos. Mais precisamente 895.968.000 segundos de “inspira e respira”. Sem falar que o número só aumenta a cada toque no teclado do meu notebook. Números curiosos, diga-se de passagem.

Como jornalista que sou, adoro números. O número deixa sua matéria redonda, ajuda na compreensão do leitor – quando bem usado –, desperta curiosidade e, acima de tudo, são exatos. Porque os números são das ciências exatas. Para quem nunca percebeu, o que gera impacto são as comparações simples feitas no dia-a-dia. Em um incêndio, por exemplo, os bombeiros dizem na maior frieza: “o fogo consumiu 450 hectares”. O que isso significa?

Pois bem, aí é que entra a graça, a mágica e a malícia que só o repórter tem. Falar para a Dona Maria, que está cozinhando em sua casa, que o fogo queimou 450 hectares é complicado. Muitas vezes as pessoas não têm idéia do que se trata. E os números, ahhh os números. Vamos a eles.

Um hectar é igual a 10.000 metros quadrados e equivale a mais um menos um campo de futebol oficial. Se foram queimados 450 hectares, podemos concluir que foram destruídos algo próximo de 450 campos de futebol por um único incêndio. Interessante, não?

Recentemente, convencemos papai de fazer um campinho de futebol na chácara. A medida proposta e aceita – incluindo campo e área de escape – está em 25 X 35. A área total gramada é de 875 metros quadrados. A área do campo é de 600 metros quadrados e equivale a um campo society.

Os números convivem conosco a cada segundo. Sem eles, não poderíamos ter noção de moeda, medidas, espaço e tempo. Não adianta lutar contra eles. É claro que algumas pessoas têm mais facilidade em lidar com números, sejam eles romanos ou arábicos. O que importa é dominá-los.

A origem da vida é medida em bilhares de séculos. Nem cientistas sabem calcular ao certo em quanto tempo o universo teve início. Esses grandes dilemas serão, um dia, decifrados pelos números. Por ora, temos de aprender a lidar com eles na simplicidade do cotidiano. Um dia após o outro, uma pedra depois outra, um algarismo seguido do outro... aonde vamos parar com tudo isso?

Enquanto não decifro sequer o que está ao meu redor, sei que envelheci 15 minutos, mais exatamente 900 segundos fazendo esse texto. Aos que perderam uns 180 segundos lendo essa maravilha, parabéns. Agora, estamos pensando por alguns segundos na mesma coisa: números.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Spam, maldito spam

O problema de ser jornalista é a vasta lista de e-mails que seu e-mail freqüenta. E você recebe milhares de mensagens de ajuda aos meninos da África, clamando por orações para quem te enviou a mensagem, pedindo dinheiro para salvar o menino que nasceu sem cérebro em algum lugar do mundo e, claro, aqueles que esculhambam a opção sexual do Ronaldo Gorduxo.

Além dessa baboseira toda, que você simplesmente não consegue filtrar, ainda tem os chatos, repugnantes e horrendos spam. Nesse exato momento, tenho 147 spam na minha caixa de e-mail do gmail e outros 100 no hotmail. É inacreditável como seu endereço circula pela web sem que você tenha idéia. O que mais impressiona é que a esmagadora maioria é de endereços estrangeiros, de sites que nunca entrei e jamais tinha conhecimento do endereço.

Onde eles capturam nossos e-mails? Fácil. Você tem Orkut, MSN, Google Talk ou qualquer outra coisa parecida? Pois bem, eis aí as tetas distribuidoras do meu, do seu, dos nossos e-mails. Um amigo meu que trabalha com internet há mais de 15 anos tem uma teoria que, definitivamente, começo a acreditar. Segundo Renato Medeiros, a empresa Google é coisa da CIA – a agência de inteligência dos EUA.

Como armazenar tantos dados em um universo on-line? Para que armazenar esses dados? Um novo programa da empresa deve estar disponível em breve. Ele, segundo revistas especializadas, vai oferecer uma memória virtual para que o usuário não tenha que usar o disco rígido do seu computador. Em outras palavras, você poderá armazenar tudo o que hoje fica em seu computador na internet. E que segurança você terá disso? Não sei.

O Orkut, site de relacionamento da Google, é divertido. Tirando as vezes que ele estraga casamentos, noivados e namoros por causa de ciúme doentio do ser humano, é divertido. Mas praticamente tudo o que circula nele é público. Hoje, o público no mundo virtual se confunde com o privado. Nesse blog mesmo posto algumas coisas pessoais que desejo torná-las públicas. Mas em muitos casos isso não é respeitado. A invasão de privacidade, infelizmente, é algo rotineiro na internet.

Quem acha que não tem sua privacidade invadida diga-me, por favor, que nunca recebeu um spam. Claro. O spam é a forma mais clara de se perceber que na rede a privacidade é algo frágil. Se hoje tenho mais de 200 e-mails de pessoas ou empresas que nunca conheci, quer dizer que alguém pegou meus dados em algum lugar sem que eu autorizasse. O spam, meus amigos, é a coisa mais chata e curiosa da web. Pode-se dizer, por exemplo, que funciona como um ser que quer a qualquer custo ser notado nessa imensidão chamada internet.

Da obra vermelha para o vermelho da vergonha

Definitivamente, tem coisas que só acontecem comigo... e com o Botafogo. Nessas andanças pelo Brasil, deparei-me novamente com a bela Belo H...